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Aqui estão os destaques desta edição. >> Matérias - A dança de salão em festivais de todos os tamanhos para todos os gostos; Louise Lecavalier no Brasil e a volta da Quasar com "só tinha que ser com você". >> Colunistas - Caminada se despede de Halina Biernacka e Marília Franco: Leonel Brum e a demanda de mercado; Valério Césio conta o que foi a temporada 2005 do American Ballet Theatre.
Edição 71 - Mar e Abr de 2006
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Carta dos Leitores

Eliana Caminada fala sobre Renato Magalhães e tem apoio amplo e irrestrito. As manifestações de admiração e concordância com nossa colunista são inúmeras. Veja algumas delas:

Eliana, você é uma mulher maravilhosa! Acabei de ler outro artigo seu, sobre o Renato Magalhães. Estou arrepiada. Endosso cada palavra sua, cada frase plena de conteúdo e muito significado para todos nós, que fomos uma geração de bailarinos cheios de garra e amor pela dança. Pois é, cadê Renato? Ele, juntamente com Helena, uma ocasião, também montou o balé da Noite de Walpurgis, numa produção de Fausto levada pela Orquestra da PUC-RGRS. Como tudo o que Renato produziu, foi inesquecível! Mais uma vez, parabéns pelo seu artigo, Eliana. Cada vez lhe admiro um tanto mais.

Jane Dickie


Parabéns, Eliana Caminada, por sua oportuna pergunta sobre o paradeiro do coreógrafo Renato Magalhães. Pergunta essa que não deveria ter sido obrigada a fazer, no entanto, mais uma vez, o Brasil dá uma prova de sua falta de memória e da desvalorização do seu potencial artístico. Renato Magalhães se aposentou como bailarino, mas nada justifica que em seu próprio país não seja aproveitado seu vasto, talentoso e fecundo trabalho como coreógrafo, aplaudido internacionalmente e do qual só podemos nos orgulhar. Como o que já foi feito e perdura até hoje como obra de arte pode ser substituído por este lixo coreográfico que anda por aí e que em nome da criatividade esconde incapacidades artísticas? Esperamos que em breve o Brasil possa se conscientizar do verdadeiro valor dos seus filhos para que, como merece, brilhe em qualquer parte deste mundo.

Lydia Costallat

Cara Eliana, li com prazer o seu artigo - conheço e admiro o Renato como amigo e grande artista que ele é. E você está certa em denunciar o que é realmente um absurdo: a irresponsabilidade e o desleixo com que se trata a cultura neste país. O Renato está muito bem. Vejo-o sempre jorrando energia e partilhando idéias criativas. Do país, não se pode dizer o mesmo, há um clima de desilusão nas pessoas e a decadência é explícita em tudo. Uma pena.

Fátima Nóbrega, artista plástica.


Gostaria de parabenizar o Dança, Arte & Ação, e a sua colaboradora Eliana Caminada, pela oportuna e elogiosa matéria sobre o coreógrafo Renato Magalhães. Conheci o trabalho desse artista quando fui convidada a assistir um ballet (Abertura de Coriolano, de Beethoven) que ele havia feito em homenagem póstuma ao meu saudoso filho, três meses após o atentado que o Sérgio sofreu no Iraque. Fiquei comovida com a mensagem de paz expressa em sua bela coreografia e gostaria de ter a satisfação de ver outras obras desse tão querido e renomado artista.

Gilda Vieira de Mello

(...) Todo artista tem algo de divino, de sobrenatural. São almas escolhidas por Deus para dar aos habitantes da terra, momentos celestiais. O artigo sobre o nosso amigo, me tocou bastante. Infelizmente, este não sendo um país sério, não sabe ou não quer, ou tem medo desses seres sensíveis que nos levam, em seus vôos, a sonhar com “coisas que o mundo não tem...” (...)

Eliane Martins


Aos 40 anos fui convidado pelo coreógrafo Renato Magalhães para assistir um espetáculo de balé no teatro Municipal, Nunca tinha entrado lá e nem visto um balé. Minha emoção foi tão grande que chorei. Sou barraqueiro no posto 7, Arpoador, e sou conhecido como Bangú, uma pessoa simples, mas Renato diz que tenho sensibilidade. Interesso-me pela carreira do seu filho João Paulo, que conheço desde pequeno, e fiquei chateado quando li nessa revista que esse coreógrafo não tem chance de trabalho aqui. Espero ver de novo os balés dele no Municipal.

Jeziel Cruz de Aragão

Renato, Cadê você “arlequim carioca?” Foi muito bom ter achado no Jornal Dança, Arte & Ação, artigo, aliás, muito bem escrito, da Eliana Caminada, nossa também muito querida bailarina – puro e grande amor à arte – Mas vamos voltar ao “cadê você Renato Magalhães?” Somos amigos de infância e por isso me atrevi a escrever algo sobre você, achando que tenho todo esse direito e tenho certeza de que tenho mesmo – todas as vezes que você dançava estava sentada na platéia de qualquer lugar que você dançasse, para ver e aplaudir o seu sucesso – só quem faz isso é amigo mesmo – me lembro que eu ficava muito feliz de ter um amigo igual a você – foram se passando tempos e tempos se passaram, tornando você bastante conscientizado do que era ser Renato Magalhães – através dessa consciência surgiram grandes obras coreografadas por você – todo cheio de graça – todo premiado “cadê você” meu amigo Renato Magalhães? “Cadê”? Estou reclamando!!!

Lucy F. Drummond

O Jornal DAA tem enviado informativos com notícias importantes via correio eletrônico para uma mala de mais de 1000 endereços. Esta iniciativa está agradando e fazendo história. Caso você também queira recebê-los, envie uma mensagem para daa@dancecom.com.br colocando no assunto: cadastro. Muitos leitores já pediram inclusão:

Gostaria de mais informações de dança, tais como cursos, festivais, etc...

Paulo César - Uberaba

Gostaria de saber se com este contato já estou cadastrada para receber os informativos virtuais.

Fernanda Santos - Curitiba

Olá, parabéns pelo sítio. Encontrei vocês através de uma busca sobre festivais. Sou bailarino e assistente de direção do "Ditarso Grupo Dança" (contemporâneo), em Montes Claros - MG. Gostaria de saber onde consigo ou se vocês poderiam me enviar uma lista de festivais para participação sem "concorrência", ou seja, onde podemos somente mostrar o trabalho, pois assim acreditamos estar aperfeiçoando nossos estudos sobre dança. Muito obrigado e o sítio já está nos favoritos, muito bom mesmo.

Diogo Quintino

Sou instrutora de dança em Nova Olímpia Mato Grosso há 8 anos. Sou fascinada por danças, dou aula de street, forró, axé, dança do ventre, aeróbica, enfim - de tudo um pouco. Quero ficar ligada em tudo sobre dança. Espero que vocês possam me informar sempre.

Adriana da Silva Santos

Gostaria de entrar para o mailing de vocês e receber notícias do jornal.

Laura - RJ

Gostaria de receber os informativos do jornal.

Patrícia S. Silva

Quero filiar minha escola de dança com vocês.

Prof. Edimar Mourão - Escola de Dança Cia. do Corpo.

Quero receber os boletins e assinar o DAA.

Maria Afonso - Barcelos – Portugal

Deseo iniciar contacto con foros de estudio, investigación y producción de danza de paises latinoamericanos.

Miguel Angel Baquedano -Director del Instituto de Investigación del Departamento de Artes del Movimiento "María Ruanova" - Instituto Universitario Nacional del Arte – Argentina

Agradezco su contacto y recomiendo las seguientes instituiciones: FUNARTE - Fundación Nacional de Artes (ascom@funarte.gov.br o dança@funarte.gov.br) y CCCRJ - Cientro Coreografico de la ciudad de Rio de Janeiro (ccoreografico@rio.rj.gov.br) que son oficiales y tienen trabajos de estudio e producción.

Gostaria de receber as novidades que acontecem no mundo da dança e do sapateado também.

Mônica Symonne de Melo Araújo – Recife

Seu endereço já está cadastrado em nosso sistema. Como você se interessa por sapateado, recomendamos também que acompanhe o "Divulgando o sapateado por ai" (http://www.geocities.com/divulgando) - que emite boletins gratuitos e sempre divulgam quando há cursos e outras novidades.

Gostaria de receber informações sobre a hidro yoga.

Ricardo

Somos especializados em dança e não estaríamos gabaritados para falar sobre a yoga. Recomendamos que entre no sítio da Confederação Brasileira de yoga (http://www.cdof.com.br/yoga.htm) onde poderá obter informações mais precisas e também a Universidade de Yoga (http://www.uni-yoga.org.br) onde há ainda o endereço de várias federações de yoga nos estados. Entendemos que eles poderão esclarecer suas dúvidas com o embasamento técnico necessário.

Sou enfermeira e bailarina. Estou trabalhando, atualmente, como residente em saúde coletiva em Porto Alegre - RS. Interesso-me por desenvolver atividades de dança como meio de trabalhar questões de saúde e cidadania com moradores de comunidades empobrecidas. Gostaria de saber se existem cursos e oficinas sobre terapias corporais ou mesmo dança para comunidades carentes no Rio de Janeiro, mais especificamente, na segunda quinzena de janeiro de 2006.

Thaís.

Não temos informações quanto à edição de cursos voltados para a área de seu interesse.
Talvez seja interessante contatar entidades que fazem esse tipo de trabalho aqui no Rio de Janeiro, como a PEM - Programa Educação pelo Movimento (pemcd@ig.com.br ), o "Dançando para não Dançar (Rua Alice, 1206/301, Laranjeiras, RJ - tel. 3826-0820, http://www.dancandoparanaodancar.org.br ) e o Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (pemcd@ig.com.br , R. José Higino, 115- Tijuca - RJ - tel. 2570-1247). Acreditamos que eles poderão lhe orientar e até, se for possível, visitar e conhecer as atividades por eles desenvolvidas, o que será, sem dúvida, um excelente aprendizado.

Danço balé e jazz e busco aperfeiçoamento. Vocês poderiam me orientar?

Michel Reis

Parabéns por seu interesse em aperfeiçoar-se e desenvolver mais sua dança. A melhor maneira de conseguir isso é estudando, buscando assistir espetáculos, mostras e festivais, sempre com o olhar para a técnica e a performance dos artistas. É preciso também muita dedicação e empenho. Você deve procurar uma escola/ professor que você se identifique com a metodologia, estrutura e estilo. E também identificação pessoal, para que o trabalho seja prazeroso.

Gostaria de saber se há alguma escola de balé para formar adultos, pois tenho 29 anos um sonho interrompido, pela vida, uma vontade enorme de alcançar este sonho, nenhuma possibilidade até o momento, por isso envio este e-mail, para saber se há esta chance, pois luto há alguns anos contra o tempo e as pessoas para que meu sonho, permaneça vivo como está dentro de mim, por isso peço orientações, obrigada.

Michele – Araruama.

Não encontramos nenhuma referência de escola ou academia com balé para adultos aí em sua cidade. Esclarecemos que não dispomos de listagens com escolas e as modalidades oferecidas. Por isso, nossa recomendação é que você busque informações nos órgãos públicos de Araruama ligados à cultura. A prefeitura (http://www.araruama.rj.gov.br/) é atuante na realização de eventos onde a dança faz parte da programação e poderá, talvez, lhe fazer indicações. Se houver posto da secretaria estadual de cultura ou até mesmo do ministério, vale a pena contatá-los também. Quanto ao seu sonho não desanime. O balé é ensinado para adultos sim. Aqui no Rio temos, como exemplo, a escola Petite Dance ( petitedanse@petitedanse.com.br)

Danço balé e jazz e busco aperfeiçoamento. Vocês poderiam me orientar?

Michel Reis

Parabéns por seu interesse em aperfeiçoar-se e desenvolver mais sua dança. A melhor maneira de conseguir isso é estudando, buscando assistir espetáculos, mostras e festivais, sempre com o olhar para a técnica e a performance dos artistas. É preciso também muita dedicação e empenho. Você deve procurar uma escola/ professor que você se identifique com a metodologia, estrutura e estilo. E também identificação pessoal, para que o trabalho seja prazeroso.


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