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• No dia 7 de julho a dança recebeu um duro golpe. Após 40 anos
de existência o Ballet Gulbenkian foi extinto.
Todos os dançarinos da companhia demitidos, sendo canceladas todas
as apresentações já previstas e ensaios programados. O documento
emitido pela Fundação Calouste Gulbenkian (click aqui para ler na íntegra) justificava que frente às mudanças
do cenário da dança em Portugal, a instituição instalará nova política
com outras ações mais voltadas às necessidades identificadas pelos
próprios agentes culturais. A dissolução da Cia se dará, segundo
o comunicado, até agosto de 2006, mas de fato, o último espetáculo
deu-se em 31 de julho. No Teatro Camões, no Parque das Nações, Lisboa,
totalmente lotado, após a leitura de um breve histórico, da relação
de todos os lugares, tanto em Portugal quanto no resto do mundo,
onde já se apresentou, o Ballet Gulbenkian com 27 dançarinos subiu
ao palco. Ao final da apresentação composta por duas peças: "Cantata",
do italiano Mauro Bigonzetti (que ofereceu os créditos para essa
despedida) e um improviso “Aqui e agora” sobre a interpretação e
música do grupo Danças Ocultas, a cia saiu às ruas, levando consigo
a platéia emocionada e a multidão que, não tendo conseguido ingresso
(gratuito), permaneciam à frente do teatro. No Parque das Nações
os artistas reprisaram a segunda parte do espetáculo que, ironicamente,
termina sem música, quase sem movimentos e com respiração ofegante,
como a expirar. Assim, com palmas, flores e muita emoção sai de
cena o Ballet Gulbenkian que serviu de incentivo à criação da Escola
de Dança do Conservatório Nacional e da Escola Superior de Dança,
já esteve sob o comando de uma brasileira (entre março de 1996 e
julho de 2003 a direção artística esteve a cargo de Iracity Cardoso)
e era considerado, pelos portugueses, patrimônio nacional. A Fundação
Calouste anuncia sua pretensão de, em seu programa de criatividade
e criação artística, dar ênfase à dança e coreografia; instituir
bolsas de formação no exterior; apoiar escolas e cias com ateliês
e master classes e ainda dar respaldo para os dançarinos do extinto
Ballet Gulbenkian que queiram criar suas próprias companhias de
dança. Por outro lado, há mobilização para reverter a situação,
já existindo uma petição contra a extinção do Ballet (http://www.petitiononline.com/bg05ext/petition.html).
• A Associação Pró-Cultura Palácio das Artes em convênio com a Fundação
Clóvis Salgado realiza o Projeto “Estímulo às Artes – Auxílio
Montagem - Dança 2005” que selecionará uma proposta de
espetáculo de dança para receber subsídio financeiro e outras facilidades
para montá-lo. A proposta que tem como objetivo estimular a pesquisa
em dança através de projetos inéditos contempla tão somente artistas
mineiros, com no mínimo um ano de atividade profissional em dança.
Os projetos de montagem devem ser obrigatoriamente inéditos, ter
o espetáculo pelo menos 40 minutos de duração e não ser baseado
em pesquisas já selecionadas em outros concursos ou editais. Os
projetos serão avaliados seguindo os critérios de: qualidade técnica
e artística da proposta de montagem; currículo do diretor, coreógrafo
e demais participantes e ainda a compatibilidade e qualidade na
relação entre prazos, recursos financeiros e profissionais envolvidos
no desenvolvimento do projeto. A proposta selecionada fará jus a
R$ 40.000,00 para despesas de produção e montagem, serviços no valor
de até R$ 1.500,00 destinados à criação e confecção de programas-cartazes;
apoio em assessoria de imprensa (pela Fundação Clóvis Salgado) e
também cessão de espaço em março de 2006 para ensaios, montagem
e apresentação com temporada mínima de duas semanas. As inscrições
vão até 16 de setembro, no dia 20 serão abertos os envelopes de
habilitação e já no dia 04 de outubro será divulgado o resultado.
Para acessar o edital ou ter mais informações vá até (www.palaciodasartes.com.br/edital_danca.doc)
ou entre em contato com a Associação Pró Cultura Palácio das Artes
pelo tel. (31) 3224-1919. Ainda em (www.palaciodasartes.com.br)
é possível conhecer várias outras iniciativas da Fundação no fomento
às artes.
• Junte uma conversa informal entre Caetano Veloso e José Miguel Wisnik, uma
tirada genial de Nelson Rodrigues, adicione o falar do mineiro e
questione o seu lugar no universo. Foi isso que o Grupo
Corpo fez e aos trinta anos de existência apresenta Onqotô
(foto). A corruptela de “onde que estou?” é um espetáculo de 42
minutos, coreografado por Rodrigo Pederneiras que dá ênfase aos
movimentos de chão, brincando com os eixos horizontal e vertical,
em total entrosamento com o cenário criado por Paulo Pederneiras,
composto de tiras de borrachas colocadas em curva o que permite
que os bailarinos entrem por qualquer ponto. A música de Caetano
e Wisnik faz um entrelaçar de ritmos fortes e momentos líricos que
se complementam com versos de Camões e Gregório Matos musicados.
Neste universo, com figurino de Freusa Zechmeister que brinca com
a individualidade visual dos balarinos, Onqotô se desenrola propondo
o repensar das grandes questões da humanidade: onde estou? Quem
sou? Para onde vou? O espetáculo chega a capital e segue para o
sul do país, antes de iniciar turnê internacional. O renome do Grupo
Corpo tem feito com que os ingressos se esgotem rapidamente e é
forte a ação dos cambistas, por isso fique atento à agenda: Brasília
(Teatro Nacional de 29 de setembro a 3 de outubro) e Porto Alegre
(Teatro do Sesi, 8 e 9 outubro). No dia 25 de outubro, já nos EUA,
O Corpo participa do Next Wave Festival fazendo quatro apresentações
no BAM - Brooklin Academy of Music de Nova Iorque, incluindo a gala
da temporada. Segue então para a França, começando com 12 récitas
na Maison de La Danse de Lyon (8 a 20 de novembro), passa a Dijon
(23 e 24 novembro), Annecy (26 e 27 novembro), Annemasse (29 de
novembro), Gap (2 de dezembro), Valence (6 de dezembro), Montpellier
(8 de dezembro), Narbonne (10 de dezembro) e por fim Chambéry (13
e 14 de dezembro). Finaliza a temporada em 18 de dezembro com uma
apresentação em Palma de Mallorca na Espanha.
• Termina no dia 30 de setembro o prazo para inscrição
de projetos no Programa Nacional de Incentivo à Cultura
(Pronac) para a obtenção de apoio por meio do mecanismo Mecenato,
da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) mais conhecida
como Lei Rouanet. Após essa data as novas inscrições só poderão
captar recursos em 2006. Até o fechamento de nossa edição não se
concretizou o anúncio do secretário-executivo do MinC, Juca Ferreira,
feito em julho durante o I Fórum Internacional de Cultura, da implementação
de novo decreto que modificará a Lei Rouanet, alterando as regras
de concessão e captação. A mudança seria o resultado da consulta
pública feita a partir dos seminários Cultura para Todos, dos quais
participaram aproximadamente dez mil pessoas, entre classe artística,
intelectuais, empresários e produtores brasileiros. Ainda no Fórum,
Ferreira divulgou os resultados de captação em 2004 que bateu recorde
nacional, sendo na ordem de R$ 483,5 milhões e também da necessidade
da criação do Sistema Nacional de Cultura (SNC) para unificar políticas
já que conforme números do IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica
Aplicada - o governo federal responde por 25%, os governos estaduais
e municipais por 30% e 45%, respectivamente, do total dos financiamentos
para a Cultura com renúncia fiscal, sem que haja integração entre
as ações dos três poderes.
• A tramitação do projeto de lei 7.370/2002
que determina que os profissionais de danças, artes marciais e yoga,
seus instrutores, professores e academias não estão sujeitos à fiscalização
dos Conselhos Regionais de Educação Física, terá agora mais uma
etapa a superar: através de requerimento do deputado Cláudio Cajado
(click aqui para
ler na íntegra) foi solicitado o encaminhamento do projeto de
lei à Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço público,
para concessão de parecer. Conforme a página (www2.camara.gov.br/proposicoes),
onde é possível acompanhar o desenvolvimento do processo constam
como últimas ações: 20/05 - Recebimento pela CTASP, em 02/06 - Designado
Relator, Dep. Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), em 04/08 - Abertura
de Prazo para Emendas ao Projeto a partir de 05/08/2005 e em, 11/08
- Encerrado o prazo para emendas. Foram
apresentadas 7 emendas (ver emendas).
• Até o dia 26 de setembro ainda podem ser feitas inscrições
no Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento à Dança.
A premiação, em dinheiro, se destina a cobrir parcial ou integralmente
os projetos de montagem de espetáculos de dança no Brasil que deverão
ter um mínimo de 8 apresentações entre dezembro de 2005 e agosto
de 2006. Podem concorrer grupos ou companhias permanentes que comprovem
pelo menos 2 anos de atividade continuada ou ainda produções solo
ou de grupos independentes desde que tenham pessoa jurídica como
proponente. Utilizando como critérios de seleção a excelência artística,
a qualificação profissional dos participantes e a diversidade cultural
e regional, serão contemplados 22 projetos, sendo 3 com R$ 100.000,00,
6 com R$ 50.000,00 e os outros 13 com R$ 30.000,00. Os interessados
deverão encaminhar suas propostas, o que só poderá ser feito pelos
Correios, para: Prêmio Funarte Petrobrás de Fomento à Dança - Coordenação
de Dança - Rua da Imprensa, 16, sala 1313 - Centro - Rio de Janeiro
- RJ - CEP: 20030-120. No sítio (www.funarte.gov.br/concursos.htm#petdanca)
edital e ficha de inscrição.
• Movimento em favor da revisão orçamentária da União, reivindicando
aumento de 2% para a Cultura lança abaixo assinado
que precisará reunião um milhão de assinaturas para que o assunto
entre e pauta e seja votado. Para participar dessa mobilização em
favor de nossa cultura é preciso imprimir o formulário
disponível aqui, recolher 25 assinaturas e enviá-lo para a FUNARTE
(Rua da Imprensa 16, 5º andar, sala 507, Centro, Rio de Janeiro,
RJ, Cep.: 20030-120) ou para a Sede da Cooperativa Paulista de Teatro
(Praça Franklin Roosevelt 82, Centro, São Paulo, SP, Cep.: 01303-020).
• Anote em sua agenda a programação do Teatro Cacilda
Becker que, conforme resultado do edital de ocupação, prevê
a apresentação de: Marjorie Ann Quast/Camaleão Grupo de Dança –
“Quatro” (21 a 25 de setembro), DeAnima Ballet Contemporâneo – “Residência
Coreográfica III”, para o período de (28 de setembro a 02 de outubro),
Cia. Folclórica do Rio-UFRJ – “Pelos Mares da Vida” (05 a 09 de
outubro), Arthur Marques de Almeida Neto – “I Mostra Rio de Dança
Contemporânea” (09 a 13 de novembro), Maria do Rocio Ribeiro Infante
Vieira/Tempo Cia. de Dança – “Reflexões Paradoxais” (16 a 20 de
novembro), Esther Weitzman/Esther Weitzman Cia. de Dança – “Por
Minha Parte” (23 de novembro a 11 de dezembro) e Angel Vianna –
“Mostra de Dança” (06 e 07 de dezembro).
• A Membros Cia de Dança (foto) que tem como
diretores Paulo Azevedo e Taís Vieira em apenas 6 anos de vida apresenta
um currículo importante de participação em eventos nacionais e internacionais,
levando o hip hop nacional sempre com uma linguagem contestatória
e provocativa cada vez mais longe. Sendo um dos projetos do Centro
de Vida Independente (CVI), organização-não-governamental sem fins
lucrativos, que tem como objetivo maior a promoção da vida independente
e digna para portadores de deficiências e parte integrante do Centro
Integrado de Estudos do Movimento Hip Hop, braço que a instituição
criou com vistas a ter o hip hop como linha de condução para a inserção
social , a produção de arte e a difusão do conhecimento, a Membros
acabou se destacando pelo trabalho que realiza. Fugindo de qualquer
visão assistencialista, propõe aos jovens que sejam responsáveis
pela gestão do seu próprio futuro, interagindo dentro de sua comunidade
e da sociedade como um todo e tendo a dança como um dos mecanismos
para isso. Em continuidade a sua trajetória de sucessos que inclui,
entre outros, o Festival Mercosul de Dança na Argentina (1o lugar:
2000); Panorama RioArte de Dança (RJ: 2002/03/04); Festival de Coreógrafos
de Hannover (Alemanha: 2003); Dança em Trânsito/CQD (RJ: 2003/04);
Festival Dies de Danza/CQD (Barcelona; Espanha: 2004/05); Mostra
de Dança Contemporânea do Festival de Dança de Joinville (SC: 2004);
Solos SESC de Dança (RJ: 2005); Programa Fora do EIXO (SESC Ipiranga
SP: 2005), turnês pela Espanha e participação no ano Brasil na França,
a companhia já prepara para 2006 O espetáculo “Febre” e o documentário
“Febre – a Convulsão Social no corpo Hip Hop” (pela Cavídeo Produções).
É aguardar para ver. Contatos e informações: Rua Conde de Araruama,
553 – Centro – Macaé/RJ - CEP 27910-300 – (dancaderuapaz@globo.com).
• Os holandeses vão conhecer um pouco mais do talento
brasileiro: Em outubro o Balé da Cidade de São Paulo se
apresenta em Amsterdã no Muziektheater. Em novembro participa do
Holland Dance Festival em Haia, levando também ao palco do Lucent
Danstheater as coreografias “Dualidade @Br”, “Zona-Mina-Da” e peça
assinada pelo coreógrafo israelense que atualmente reside na Holanda,
Itzik Galili. Já em dezembro e janeiro é a vez de Henrique Rodovalho
(coreógrafo da Quasar Cia de Dança de Goiânia) que parte para criar
coreografias para a Nederlands Dans Theater. Em fevereiro de 2006
a cia faz, em Haia, a estréia mundial deste novo trabalho de Rodovalho
que segue em excursão programada até fins de março por várias cidades
holandesas.
• O Fórum Nacional de Dança está convocando toda a categoria
para discutir a criação de uma lei específica que regulamente de
forma inequívoca a atuação artística/profissional em dança.
Um dos fatores que fortalecem essa intenção é a luta contra o Confef/Cref
que tenta de todas as formas assumir o controle do exercício da
profissão. Foi emitida carta e minuta dirigida aos membros da Câmara
Setorial de Dança do MinC/Funarte e artistas da dança que propõe
a redação básica da lei(ler carta em
formato DOC). Formação acadêmica, exigência de titulação, órgãos
com competência para fornecer títulos, atividades, registros profissional
e contrato de trabalho são itens contemplados. A tutela dos sindicatos
nas contratações e demissões, sistema de exclusividade, cessão de
direitos autorais e conexos, jornadas e cargas de trabalho, horas
extras e contratos de publicidade também são questões fundamentais
abordadas. A percepção que deste movimento poderão surgir práticas
e políticas com força de lei e que por isso todos os profissionais
devem participar e discutir exaustivamente para que o resultado
seja aquele que atenda à maioria é vital para o futuro da dança
no país.
• A universidade Anhembi Morumbi está lançando o curso “A
escrita da dança” que será ministrado por Inês Bogéa, bailarina,
escritora e crítica de dança. Serão 36 horas em aulas aos sábados
de 9h às 13h no período de 17/09 a 12/11/2005 para atender à proposta
de pensar a dança vinculada a outras expressões da cultura contemporânea,
desenvolver a leitura e redação crítica e também avaliar o momento
atual da dança. O programa didático é dividido em 3 blocos: a Crítica
Cultural, Breve História da Dança e Panorama da Dança no Brasil,
sendo voltado para profissionais e estudantes de dança e jornalismo.
Custo: R$ R$450,00 que pode ser parcelado para as inscrições feitas
diretamente no local. Mais informações: (www2.anhembi.br) ou pelo
tel. 0800 015 9020.
• Lia Rodrigues fechou acordo com o Theatro Municipal do Rio
de Janeiro para a realização da 14ª edição do Panorama Rio
Dança que acontece de 29 de outubro a 6 de novembro. Já
sem o patrocínio da Prefeitura da cidade, o evento conta com o apoio
da Caixa Econômica, Petrobrás e Sesc Rio entre outras instituições
para apresentar nomes como Jérôme Bel, Márcia Milhazes, Olga Mesa
e Daniel Miracle. No projeto “Os Novíssimos”, serão selecionadas
6 companhias que receberão além de apoio financeiro, orientação
de renomados profissionais da dança carioca e cessão de espaço para
apresentação nos dias 5 e 6 de novembro no SESC de Copacabana. As
inscrições para “Os Novíssimos”, que tem como proposta básica lançar
jovens coreógrafos, irão até o dia 22 de setembro. Para obter mais
informações escreva para (isabel.zarzuela@terra.com.br).
• Precursora de importantes iniciativas culturais no âmbito
da dança a Bienal Internacional de Dança do Ceará
chega, de 21 de outubro a 6 de novembro, à sua 5ª edição. Fortaleza
e cidades vizinhas emprestarão palcos e praças para o festival que
desfila novidade, interatividade, intercâmbio e uma visão experimentalista:
a presença de artistas da África do Sul, Argentina, Congo, França,
Itália, Moçambique e Suíça; de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São
Paulo, as co-produções “Cover”, “Swiss Tales” e “Mauvais Genre”
elaboradas especialmente para o evento e a instalação de novas mídias
dão a medida do que a Bienal propõe. O evento, promovido pela Secretaria
da Cultura do Governo do Estado do Ceará e Aliança Francesa, é uma
realização do Theatro José de Alencar e Centro Dragão do Mar de
Arte e Cultura e conta com apoio da Associação Francesa de Ações
Artísticas (AFFA), Ministério das Relações Exteriores da França
e Fundação Suíça para a Cultura (Pro-Helvetia). A V Bienal do Ceará
está sendo promovida em parcerias com o Festival de Dança do Recife
(Pernambuco), o Panorama Rio Dança (Rio de Janeiro) e o FID - Fórum
Internacional de Dança (Minas Gerais) - para facilitar a captação
de recursos para a área da dança e para criar um circuito de dança
cênica no Brasil.
• O Festival Tápias expande ainda mais seus
horizontes e em sua 16ª edição abre espaço para a música, somando-se
à dança, esquetes de teatro e vídeos de dança. O festival que acontece
de 18 a 23 de outubro no Conjunto Cultural da Caixa – Teatro Nelson
Rodrigues (Av. Chile 230 – Centro – RJ) é uma realização do Centro
Internacional de Cultura e Informação Tápias (CICIT) com patrocínio
da Caixa Econômica Federal e tem ingressos a preços simbólicos (R$2,00
ou R$3,00). Informações: tel. (21) 2526 2666 e 2286 2648 ou no end.:
(cicit@globo.com). Na foto, a coreografia Nocaute de Fernando Azevedo
que participou da última edição do Festival Tápias.
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